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Esporte


Adrenalina, equilíbrio, condicionamento físico: “Prazer, meu nome é surfe!"

Quer começar a praticar? Procure um instrutor e alugue uma prancha

Domingo de sol, partiu praia, primeira aula de surfe. E lá fomos eu e a Lilian, minha instrutora, rumo à Riviera de São Lourenço, em Bertioga (SP).

Cuidados básicos: ficamos bem em frente a uma escola de surfe, em um lugar seguro para iniciantes, praia com fundo de areia onde as ondas não são tão fortes nem cavadas, pouco frequentada por surfistas experientes que preferem ondas poderosas, e de modo geral, poucas pessoas na água.

As primeiras instruções são dadas na areia:

·         sobre uma linha reta representando a longarina (espinha dorsal de uma prancha), aprende-se a ficar reto e com o corpo inteiro colado na prancha, exceto pelos ombros, pescoço e cabeça levantados olhando para frente;

·         posicionamento ideal que permite levantar com facilidade no momento da onda: mãos espalmadas na prancha, ao lado do corpo, na altura do peito; perna de apoio flexionada para o lado, com a planta do pé encostada na lateral do joelho da outra perna;

·         não tenha pressa de levantar, para iniciantes o melhor é se colocar com as pernas semiflexionadas;

·          o contato da pele com a parafina na prancha pode machucar, então use uma camiseta de poliéster ou neoprene para se proteger.

“O aspirante a surfista pode alugar pranchas em tamanhos que variam de 7’5 até 9’0, de acordo com seu peso e altura, que não precisam ser de fibra de vidro, chamadas softboards - eu usei uma Fun”, conta Sidney. Um bom instrutor é essencial, pois além da técnica ele deve estar capacitado a salvar vidas, afinal surfar é pouco previsível e por essa razão há alguns riscos.

O surfe trabalha o corpo inteiro, portanto é bom adquirir bom condicionamento físico, especialmente para braços e ombros que precisam estar alongados para a remada, e também para as pernas, fundamentais para a prática deste esporte. Exercícios de equilíbrio para facilitar a permanência sobre a prancha também são recomendados: boas alternativas são skate e snowboarding, pois além de terem movimentos similares aos praticados na água ajudarão no preparo para as quedas que virão com o surfe.

“A observação é bastante importante”, destaca Sidney. “Veja onde fica o salva-vidas e o local que tem mais ou menos surfistas evitando cruzar o caminho deles para não levar pranchada na cabeça. Para o aprendizado ser mais rápido é interessante prestar atenção no mar e nos surfistas: como remam, se movimentam, levantam, manobram”.

Seja paciente e entenda sua prancha. Aprenda a colocar as quilhas, o leash. Crie o hábito de alongar-se. Preste atenção no seu corpo enquanto rema, deixe a mão em formato de concha na remada, curta os poucos segundos em que ficou de pé e fique atento ao drop, para executá-lo cada vez mais rapidamente.

Então, que tal pegar umas ondas no próximo fim de semana?

 

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